Minimalismo

En mi vida, qué no es minimalismo?

que no es minimalismo

Hoy me he dado cuenta de que en determinadas situaciones no estoy siendo minimalista, como lo quiero, lo deseo. Y, quiero ponerme as claras con mis lectores y conmigo misma, y elegí contar los puntos en que no me veo minimalista.

Para empezar tengo que dejar un punto muy claro, para mi, ser minimalista no es solamente dejar de comprar y tener una vivienda con la decoración minimalista. Esto es lo más fácil del minimalismo, yo creo que el minimalismo es un concepto para tenernos  una vida más natural, más equilibrada, tanto física como mentalmente y en estes puntos es que estoy fallando.

  • Volví a fumar, lo que veo como una escapada de la realidad que me molesta, pues he percebido que no fumo cuando estoy feliz, pero si cuando algo me molesta. Y fue cuando me hice la pregunta; – fumar me ayuda a salir de la situación que me molesta? Evidente que la respuesta fue un NO gigante. Pues, si así es, no hay porque fumar. Hoy determino que no voy más a fumar, este habito no hace bien ni para mi, ni para mi família. Hace daño tanto en la salud como en la economia, una vez que gasto de 70 a 100 Euros al mes con basura.
  • Otro punto que me veo fatal, de mi punto de vista, el minimalismo también es tener una vida equilibrada emocionalmente. Con el cambio de País y de trabajo, muchas cosas se me hacen difícil, como mi trabajo donde tengo que tener la resiliencia y la motivación a top para soportar todas las dificultades del día a día. En general soy resiliente y tengo la capacidad de me motivar, pero, he percebido que voy sin foco por la vida. Cuando elegí el minimalismo, fue justo porque quería simplificar la vida y me planteé unas preguntas:  – Qué puedo hacer para cambiar lo que no me gusta? – Qué puedo hacer para cambiar la sociedad y la economia, o la situación de los trabajos en España?- Con lo que tengo hoy, como puedo hacer la vida de modo sencillo? Para la premera pregunta, la respuesta fue, trabajar y dar tiempo al tiempo. Para la segunda, la respuesta fue nada. Y, para la tercera, fue la llave para la vida que busco, esta fue la pregunta que me abrió los ojos para ver que no puedo luchar contra, pero si, hacer lo mejor con las herramientas que tengo hoy. Y para eso, tengo que hacer ahora lo que es de ahora, no estar con la cabeza en lo que es del pasado ni del futuro. Focar y hacer lo mejor posible a cada momento, determinando tiempo para cada cosa.
  • Y, por ultimo, organización. Soy muy detallista con la organización y por unas semanas, dejé de hacer pequeñas cosas en mi día a día, por pereza. Cuando percebi ya estaba con parte de una documentación importante sin orden y me vi incapaz de seguir adelante. La energía que gasté para poner todo en orden fue mayor comparada con la que gastaría si tuviese ordenado a cada momento, a cada día. Portanto, adiós a la pereza.

Que te parece eso todo? Como ve el minimalismo? Que te falta por hacer para mejorar por lo menos un punto de tu vida? Comenta abajo, me encanta conocer mis lectores.

 

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EU, Sentimentos, Uma história

Uma história

mao enfaixadaEstou em casa de molho, em repouso, por um tombo em que fissurei a união de dois dedos, o 4 e 5 dedo da mão direita, com isso não posso trabalhar, dirigir e nem escrever. Agora, para digitar, levo muito mais tempo do que o habitual, pois tenho somente a mão esquerda para teclear. Ao menos isso sei fazer com a esquerda. De resto, tudo se torna muito difícil, desde das coisas mais simples como escovar os dentes e comer, é como se tivesse que aprender novamente. Não foi nada grave e espero logo tirar esta placa metálica e atadura.

Eu sou das pessoas que acredito que de tudo devemos tirar algum proveito, melhor me explico se uso a palavra aprendizado. E destes dias de baixa, de repouso, acredito que os benefícios são muitos, como:

Aceitar – aceitar o que aconteceu e tomar o tempo necessário, indicado pelo médico, para minha recuperação.

Aproveitar – aproveitar para dar amor e carinho a minha família e a mim mesmo, que na correria da vida e do dia-a-dia de trabalho não tenho feito.

Pensar – pensar no que quero, onde e quando perdi algum valor pessoal e o rumo de coisas que não me vão muito ao meu agrado.

Ler – ler é minha paixão, e com a rotina de trabalho tenho deixado de lado o que me ajuda a repor energias. Por isso, vou ler tudo o que possa nesse período, desde livros sobre vendas, a romance, auto ajuda… tudo o que possa me rechear de energia e conhecimento.

Aprender – aprender com o tempo, a aceitar o tempo da vida. Como minha mãe dizia, dar tempo ao tempo e controlar a angustia e a ansiedade.

Enfim, muito o que me envolver para não ficar a cama dormindo e me lastimando com medo do que me pode passar. Sim, confesso que ontem tive medo, estou há pouco tempo no trabalho, 4 meses, e uma baixa como essa não sei o que pode me impactar na empresa, não conheço as leis daqui para saber se corro riscos. A verdade é que, esteja onde esteja, se trabalha na área comercial e não vendes, sempre existe o risco… espero que aqui se valore a situação. E se não valorarem, como dizia minha mãe, outra empresa melhor me chamará e terei uma melhor condição. Sim, minha mãe em sua boa fase sempre foi uma referencia em luta e positividade, mas chegou um momento que seu animo se foi com a dureza da vida, e ela entrou em uma depressão muito forte, que não reconheceu e não tratou, o que a isolou de toda a sua família, inclusive de mim, sua única filha. Sinto saudades da mãe forte, que quando eu era pequenina, com 6 anos, mais ou menos, me punha a dormir e sentava na sala para estudar o telecurso. Lembro que me levantava, pé ante pé, e ia espiar o que ela fazia ali sozinha e a via com livros, lendo e lendo e lendo. Nunca falamos sobre isso, em meu intimo sempre soube que ela fazia por ser uma mulher muito forte, que não teve oportunidade de estudar e queria ser alguém na vida, mais que uma costureira. Acho que ela não conseguiu finalizar este curso, nunca vi um certificado em casa, e na época de colégio chegou um momento que ela me disse:

– Agora não posso mais te ajudar, você já tem mais estudos do que eu, e não tenho capacidade para te ajudar nos deveres, você precisa aprender a fazer sozinha.

Isso aconteceu mais ou menos quando eu tinha 12 anos, uma criança ainda, má já tinha mais estudo e conhecimentos que minha mãe. Porém, lembro que geografia ela sempre gostou de acompanhar comigo, ela tinha muita facilidade pra entender os mapas, acho que era por seu desejo de conhecer lugares, infelizmente ela não conheceu muitos.

Mãe, esteja onde esteja, esteja como esteja, sinto falta de você. Da mãe que foi e não pode ser por muito tempo, sempre me preocupei muito por você. Sei que em suas fantasias mentais, te fazia acreditar e imaginar coisas a meu respeito que não são reais, te perdoo por isso, sei que foram os transtornos mentais que faziam isso e não você, você sempre teve um bom coração, amargurado e sofrido é verdade, mas em seu intimo sempre muito bom e inocente!

Mãe, acho que cada dia mais se faz hora de escrever a carta que sempre tive em mente, ela é longa, dolorosa e libertadora. Não sei se você a lerá, não sei como você está agora, fazem meses que não tenho notícias suas e não sei como falar com você, você se isolou mais ainda, e espero que seu sofrimento ….uff,  não tenho palavras, agora só lágrimas me saem…

 

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