Sem categoria

prometi não reclamar.

prometi fazer meu máximo.

prometi não chorar.

hoje foi só o primeiro dia da volta, e como foi difícil. não vou reclamar, só vou contar, agora somos vigiados no celular e no carro, a todo instante monitorados como crianças ou como delinquentes.. depende de que controla para saber se sou criança ou bandido. agora só vale quantidade, número não é sinonimo de qualidade. a pressa é cada vez maior, será que o mundo vai acabar e não me contaram?

vou seguir no meu propósito de fazer mais do que o dia anterior, porém sempre melhor. vou seguir olhando só o agora, para não entrar em pânico e sofrer mais que sempre.

Universo, abre meus caminhos. me dá a resposta. hoje foi difícil, mas só hoje foi, amanhã não será, eu vou vencer!

Anúncios
Padrão
Sem categoria

Y tu, pobre!

cara de coitado

intento de toda manera, con mis pocas palabras, que suenan como mil, decir que ya no puedo quedarme contigo y tu parca actitud perdedora.

intento enseñarte que tienes que cambiar, mirar hacia los lados, aceptar lo nuevo, se reinventar. tú no lo comprendes.

intento gritarte que este tu yo, ya no emociona. tú no escuchas.

terco. tu cré que son las hormonas que me invaden. te engañas. pierdes el tiempo de vivir a mi lado. pierdes las oportunidades de la vida. después lloras a sola, al baño.

me dás pena. perco con tus actitudes, pero, yo tengo mi vida y me las apaño sola, con todo lo que aprendo y planeo para mi futuro. Y tú, pobre!, creyendo que estás en mi futuro. lamento. a cada día, perdes la oportunidad de comprar el billete que te dá paso a este tren que parte en muy poco tiempo.

Padrão
Sem categoria

Tarde o temprano

mujer ventana

Escribir, escribir, escribir, quiero escribir pero… tum, tum, tuummmmmm.

– Llega Diego! – así grita la voz por arriba de mi cabeza.

Dios, quiero escribir, todo lo que tenía planeado hasta que llegué a mi portátil se foi con tanto ruído que hacen los vecinos. Mis dedos teclean al ritmo de la musica electrónica que toca, sinto sobre mi cabeza los pulos de Diego al ritmo de la musica. Pero, no me sale nada bueno en lo que escribo. Son solo palabras soltas al aire. Miro para el techo y penso: – Por favor, son las 10 de la mañana de un domingo, estoy de vacaciones y ayer me acosté cuando ya eran las 5 de hoy.

– Por favor, que haga silencio! – grito, en m’ cabeza, mientras tapo los oídos con las manos.

No había manera de suavizar las batidas de la musica. Por eso me levanté. Una ducha, para despertarme. La agua fría del invierno me hice sentir calambres. Y salté para entrar en calor. Salté al ritmo de la musica que Diego escucha.

En la cocina, vi los restos de ayer. Pero no los quiero sentir. Hice un café y me senté aquí junto a mi portátil, para escribir. Es lo que sé hacer de mejor. Es lo único que hago y recibo elogios.

Ayer, o hoy, no lo sé en que momento. Lo que debería estar roto, se rompió de vez. Eduardo se fue. Dijo que no podía seguir. Cogió una bolsa de plástico, metió sus ropas y el cepillo de dentes y se largó. Yo? Me quedé calada. Como sigo.

Soy tan aferrada a lo correcto, a lo políticamente correcto, que no lo veo bien lo que hice. Irse sin hablar, sin explicar lo que pasaba. En la realidad, ya se notaba raro, nuestra relación ya no era la misma. Siete años y ya casi no compartíamos nuestras vidas, solamente la cama, sin pasión. Tarde o temprano eso pasaría. Pero no lo imaginaba así. Estábamos en el sofá, vendo una de sus películas de comédia. Él tomando su cerveza y yo nada. Cuando se levantó pensé que fuese a por otra cerveza. Tardo uno cuarto de hora y oí la puerta del piso cerrar, sin llave. Caminé por la casa y vi, la puerta del armário abierta y el vacío. Sobre la cama una hoja escrito; “Perdón, no soy capaz. Me largo.”  En este momento, cerré la puerta con llave y volví para el sofá, vi la película y la otra y la otra, hasta que dormí.

Recuerdo la noche y pienso mejor. Sinto. No veo dor. Que pasa en mi cabeza? Ganas de llorar? No, ninguna. Ganas de gritar? Tampoco. Ganas de follar? Sí, pero no con Eduardo. Ella me viene a cabeza. – Laura! – digo su nombre. Es la primera palabra que mi boca expresa desde que Eduardo se fue. Estoy loca! Cómo puedo desear a Laura? Ella tan segura de si, en realidad, es la persona más hermosa que he conocido. La personalidad, que a principio me alejó de su presencia, a los pocos días ya me atraía, como un imã. Laura, parece dura, pero solo és reservada. Recuerdo una vez que estábamos al ascensor, habían otras tantas personas, llegábamos atrasadas para la reunión. El ascensor lleno, Laura se quedó al fondo conmigo. Ohhh, su perfume. Cuando el ascensor paró en nuestra planta y nadie se apartó, ella me cogió de las manos y juntas salimos. La reunión? No me recuerdo nada de lo que dijeron. Pasé toda el tiempo sentindo su perfume y su toque. Lo mismo que sinto ahora.

Estoy enamorada, de una mujer. Qué dirá mi família? Qué hacer?

 

 

Padrão
Sem categoria

Poço sem fim

Perceber que os valores que sempre quis transmitir para o meu filho, não são os seus valores me faz sentir culpada. Culpada por não ver que ele tem uma personalidade própria e muito distinta da minha. Culpada por esperar que ele responda como desejo. Culpada por dar mais tempo e dedicação a ele do que a mim mesma. É como se o avião tivesse despencado e eu tivesse me preocupado em salvar a vida do meu filho e de seu pai, e deixado a minha para o fim, acreditando que sou a super mulher maravilha, e ao fim, descubro que não. Não sou essa mulher, perdi a eles e a mim mesma.

Um poço sem fim se abriu diante de mim e não tenho visão do fundo, apenas um poço estreito, comprido e muito escuro. Tenho que descobrir uma forma de me agarrar a uma dessas pedras para não cair no fundo do poço, mas também posso descobrir uma forma de aprender, rapidamente, a voar. Assim fico livre de toda esta opressão que corrói meu coração.

Padrão
Sem categoria

Melhor que acabe, agora.

A imagem que tenho tua é de um homem grande, com a cabeça enorme que podería ser sinônimo de seu grande intelecto, mas não é o que percebo. Um homem com o aspecto que não me atrai em nada, nem como amigo, muito menos como amante. Sim, pelo que sei você é um bom funcionário, toda uma vida dedicada a mesma empresa. Para mim não é um mérito, mais sim comodismo e medo de arriscar a ser algo melhor na vida. Você se satisfez com o salário recebido, a velha casa pequena e desordenada. O velho fusca, que já não anda, ali parado no corredor que leva a casa.

Quando te conheci eu não tinha uma lata de cerveja na mão, mas você insiste em dizer para todos que sim, eu tinha. Entendo que esta é a ideia que você tem, de uma ilusão, queria que a mulher de seu amigo fosse uma alcóolatra como você. Sim, não tenho outro adjetivo para te dar. Sempre o excesso de bebida e comida, as largas gargalhadas causadas pelo alcóol, a voz forte e alta que se escuta da esquina. Não crio ilusões contigo, não pertenço e nem quero pertencer a este mundo.

Confesso que tentei, por um bom tempo busquei formas de me aproximar, mas as pessoaws que giravam ao seu entorno, não me diziam nada. O favelês que escutava em sua casa gritava ao meu ouvido e me deixava com forte enxaqueca, tudo divergia do mundo que vivi e do colégio francês que frequentei. Não sou mais nem melhor, só busco uma vida diferente, quero viajar e conhecer a arquitetura, a cultura, os costumes. Não me contento em conhecer os bares e a comida.

Podemos viver os dois num mesmo mundo, só não podemos estar os dois numa mesma casa por mais de 3 horas. Você não me convence e seu tom debochado me eriça a alma. Melhor que se vá, mesmo que fale que não sou cordial e educada. Que posso esperar de ti? Que compreenda que não sou feita da mesma matéria que você? Que entenda que seu amigo, por algum motivo, que nem eu mesma sei, me escolheu para estar 20 anos a seu lado? Sim, 20 anos, não entendo como chegamos tão longe. Uma criança disse, ele ao lado deste amigo sorri como nunca vi. Então que faz comigo se lhe tiro o sorriso? Melhor que acabe agora, melhor que não complete 21, nem 30. A vida é única e curta demais para viver sem sorrir e ao lado de alguém que não te alegra.

Melhor que acabe, agora.

Padrão
Sem categoria

Cidades

Hoje é domingo, neste ponto do planeta, são 14 horas de um dia ensolarado de outono. Nesta cidade, algumas pessoas pensam sobre fatos que aconteceram no dia e na semana, outros se divertem sem pensar. De tantos pensamentos, quatro culpavam a uma mulher por situações de um domingo ensolarado de outono, mas nenhum deles foi conversar com a mulher, que por sua vez se sentia incompreendida.

Assim muitos levam a vida. Avançamos em tantos aspectos, porém a cada dia retrocedemos num que, para mim, é o primordial, a comunicação. Tenho ulguns exemplos:

  • em uma sala de reunião cinco comerciais são questionados sobre o mal resultado da semana, percebo que todas as mentes respondem, porém nenhuma pessoa se atreve a por voz a seus pensamentos, estão descontentos com as políticas da empresa, mas nenhum quer se expor e falar o que pensa, todos escolhem calar, deixar ir a oportunidade de se comunicar e entender o que pode ser feito e melhorado.
  • uma família recebe visitas em casa, ao total na casa são quatro homens e uma mulher, por não se comunicarem adequadamente, por pensar e não falar, por não saber dar limites, por não saber dizer não, acontece o inevitável. Uma briga e as visitas se vão magoadas, mas a mágoa persiste na família que ficou, alguma parte se perdeu e a relação perdeu o encanto e o motivo de pertencimento.

Esses exemplos são reais, e o que antes era uma cidade, uma família, uma equipe, agora se multiplica. A mulher, única nos dois exemplos recebeu uma proposta de trabalho em outra cidade e se foi, deixou a equipe comercial calada na mesa de reunião e, também deixou a família com as visitas.

A sala de reunião de tão calada, perdeu seu chefe, que cansado de não ter respostas, largou tudo e foi plantar batatas.

Padrão
Sem categoria

Fuja do pensamento mágico

No caos emocional do meu dia, no momento que limpava a casa, buscando indiretamente limpar os pensamentos, pus o celular para falar, queria calar minha mente e ao final vi que o caos piorou. Escutei diversos audios do Leandro Karnal, um grande filósofo e palestrante, e acabei pensando mais sobre o que tenho feito com minha vida. Desde que cheguei aqui na Espanha, percebi que as pessoas por aqui não são creentes em energias e misticismos como eu, resultado, desde que cheguei aqui me sinto sentdo posta a prova em todas as minhas crenças. E, hoje, ouvindo o audio abaixo, me questionei mais ainda.

No último mês, com minha relação mais intensa com o trabalho, com novos formas de atuação e entendendo o modelo de negócio com olhos limpos de pré-julgamentos e aberta ao que estava aprendendo, dando uma oportunidade para o novo, vi que o resultado foi diferente e a tendência é que tudo mude seguindo os passos do que criei com estes novos hábitos de trabalho.

Leandro diz que os resultados são correspondentes ao esforço feito, e não à macumba, a roupa amarela da virada do ano, nem ao karma de cada um. O que colhemos é exatamente relativo ao quê e quanto planto e, a como me relaciono com as interferências do dia-a-dia, se sei usar corretamente meu tempo, as ferramentas tecnológicas, minhas emoções e meu planejamento. Por fim, depois de ouvir o audio e, com tudo o que tenho vivenciado, acredito que estou no caminho de mudanças de crenças, deixando de lado as magias em que acreditava e me baseava para explicar tudo o que me acontecia e me tornando uma pessoa prática. Existe um grande risco nessa mudança de comportamento, posso acabar abrindo caixas que estão fechadas há muitos anos e, assim posso causar uma grande revolução na minha vida e de outras pesssoas, agora o caminho já foi iniciado, não tenho como voltar atrás, posso ir devagar, mas não retroceder. Pode doer, mas ao final tenho certeza que estarei mais perto de minha verdadeira essência e quem sabe mais feliz do que estou hoje.

Padrão