Um amor impossível – Capítulo IV

IV.

Acredito que minha vida tem fundo sonoro, não uma única música, nem uma única seleção. Escuto de tudo, quase tudo. Sou eclética. Hoje vou de The Police, Every Breath You Take, levei anos para prestar atenção na letra. Coincidência? Não, não acredito em coincidências, sim em atrações do subconsciente. Enquanto escuto a música toco meu sexo, minha buceta. Minha buceta molhada. Ela me proibia tocar minha perereca, tal como ela falava. Que mãe idiota eu tive.

– Mãe, não é perereca. É buceta, fonte de prazer e vida!

Pobre mulher que não conheceu seu próprio corpo. Adoro minha buceta, adoro sentir prazer e me tocar. Meu corpo pode ser feio, comparado ao que foi, mas minha vagina é poesia.

– Mãe, fala comigo: bu-ce-ta, buceta, buceta, buceta. BUCETA, caralho, fala!

– Mãe, se dizem que somos santos e a imagem de deus, meu corpo é santo, minha buceta é santa.

– Mãe, a senhora não se diz tão correta e protetora? Que porra de proteção que a senhora me deu? Não viu que o seu namorado queria comer minha buceta de criança? Não me venha dizer que não posso tocar meu corpo, minha perereca. Se seu namorado e o vizinho podiam tocar minha bucetinha de criança, eu também posso e tenho esse direito adquirido por propriedade, é minha e faço com ela o que quero!

Tanta santidade para quê? Santa falsidade e hipocrisia a sua, isso sim.

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