Publicado em eu, Relacionamentos, Sentimentos

Vivemos no tempo das cavernas?

Hoje me tocou trabalhar em Palas de Reis, uma cidade na Provincia de Lugo. Palas é uma das cidades do caminho que leva a Santiago, pelo caminho francês. É uma cidade histórica, o castelo da foto é do ano de 702, foi residencia de um rei visigodo que matou ao duque de Galícia, que havia transformado o ducado visigodo em reino. Uma história de traição dentre tantas nos períodos de guerra e disputas de poder.

A cidade é tão pequena que tem uma rua principal e algumas transversais, paralela a principal, nada…rs. O forte da cidade é o caminho de Santiago,  vi mais albergues que negócios. Gosto desse astral de cidade pequenita, mas fico imaginando o morador daqui, ele deve cansar de viver num lugar que depende principalmente do turismo, os turistas, cada vez menos tem respeito ao lugar e às pessoas locais. a culpa não é do turismo ou turista, acho que este é só um reflexo de como está a humanidade, cada vez mais egoísta e intolerante. Avançamos tanto em tecnologias e conhecimentos que deveríamos mudar o chip das relações e fazer melhor, mas não é o que vejo.

hoje pela manhã no trabalho fui elogiada, pelo meu dia anterior. Deveria estar feliz, acontece que o ser elogiada, causa desconforto em outras pessoas, que sentem incomodo porque atingi resultados que buscam os chefes. Sem buscar muito eu consegui,, pode ser por coincidência astral, ou porque mudei minha forma de me relacionar com a vida e com as pessoas, de verdade não sei, não tenho claro o que me fez conseguir o resultado. O que tenho muito claro na minha cabeça, a reação da equipe, que deixa de falar comigo, tomar o café e sai do escritório com a cara e a energia transformada é a única que não me agrada. Eu não posso fazer nada por eles, lamento, fiz por mim, nosso trabalho é isolado, dependemos pouco de cada colega, e sim, dependemos muito de nossa predeterminação a conquistar. Uma pena isso tudo, o ser humano por mais educado que seja, ainda tem muito o que aprender, o que evoluir. As vezes penso que mudamos pouco comparado com os homens das cavernas.

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Autor:

Uma pessoa em constante movimento e crescimento.

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