EU

BEDA #18 + Reto de los 100 días #18

No meu trabalho costumo comer muito na rua. E tenho que me controlar, pois aqui na Galícia se come muito e muito bem!!!! Dependendo de onde você vá, é uma animalada a quantidade de comida que te servem. Dá uma olhadinha no que comi hoje.

Hoje estou em Silleda, na Provincia de Pontevedra. E sempre que estou aqui como no restaurante D´Tapas, gosto da decoração, das músicas, do ambiente, do carinho que nos atendem e adoro a comida. Aqui como igual a uma rainha. O menu do dia é dos mais caros que já comi, porém a qualidade e a quantidade, são indiscutíveis. Pago 12€ com muita alegria!!! Olha como o lugar é bem legal, bem bonito.

A comida aqui, falando em Galícia que é onde tenho mais experiência, é servida segundo um ritual, composto por prato de entrada, prato principal (ou segundo), um troço de pão artesanal, uma bebida – normalmente é uma garrafa grande de água ou uma taça de vinho, uma sobremesa e o café do final.  Eu disse que era uma animalada!!!

Eu que estava acostumada a comer uma saladinha com um troço de carne pequeno, me assustei com a quantidade de comida aqui. Trabalhando só com homens, andando e falando muito, confesso que estou me acostumando a esse ritual, o que não é bom pra mim, meu metabolismo não ajuda, preciso comer menos, muito menos. Tem dia que acabo comendo apenas uma prato, explico que é muito e escolho uma das sugestões do dia e me entregam um prato único. Isso é um pouco raro pra eles, tanto que o prato único vem com uma quantidade absurda de comida. Essa semana em especial eu exagerei, foi uma semana dura de muito trabalho e acabei comendo o menu completo Na quinta estava em outro Pueblo, em Caldas de Reys, também na Provincia de Pontevedra. Ali também comi como uma rainha, pena que esqueci de fazer fotos para mostrar. O nível foi similar ao de hoje. Tenho que tomar cuidado, assim vou engordar e colocar a culpa na Galícia…. rsrsrs.

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EU, Viver no Exterior

BEDA #17 + Reto de los 100 días #17

De porta em porta

Já te contei do meu trabalho aqui na Espanha?

Toda pessoa que vai mudar de País tem que estar preparada para tudo o que possa aparecer em sua vida. Se, um dos objetivos da mudança é começar uma vida nova e buscar trabalho no novo País, é importante que venha legalizado. Eu recomendo!!! Acreditamos que chegando em outro País a vida rapidamente se organizará e, muitas vezes acreditamos que vamos encontrar as oportunidades dos sonhos fora da nossa casa Brasil. Acreditamos nas histórias dos filmes, só pode ser. Em partes, eu também acreditei, pois vim pra Espanha com documentos, marido e filho espanhóis, e lugar próprio para morar. Pensava que chegaria aqui e qualquer empresa me contrataria, pois tenho experiência no Brasil com grandes empresas, grandes contas e que seria uma vendedora que em 1 mês já estaria trabalhando na melhor gráfica local e ganhando bem. Inocente!!!! A realidade foi outra. Demorei para conseguir um trabalho e o primeiro não foi nada bonito, a situação de trabalho era tão ruim que não coloco esta experiência no meu currículo e não suportei mais do que 15 dias ali.

Percebi melhor a situação, quando perdi uma oportunidade de trabalho que colocava como requisitos mínimos coisas que para mim eram mais que garantidas; comercial bilingue  português/espanhol além de ter conhecimentos técnicos de processos de impressão. Vamos combinar? O Universo conspirava a meu favor, este anuncio tinha sido criado pra mim, eu era a pessoa que eles buscavam e, esta era a vaga que eu buscava. Estava super radiante, passei pela primeira entrevista, com uma pessoa de Madrid, não tive nenhuma dificuldade para falar o espanhol, nem para compreender o que a pessoa falava. Fiquei super confiante acreditando que naquele meu segundo mês de Espanha eu já seria contratada por uma multinacional e seria a pessoa de vendas de todo o norte da Espanha. Nada me assustava, estava confiante. O tombo foi duro, não acreditaram que eu seria capaz, por ser mulher, mãe e estrangeira, deram a vaga para um homem espanhol, que tinha bem menos conhecimento técnico que eu. Não digo que isso passe em 1100% dos casos, mas sim garanto que em muitos casos, preferem primeiro dar a vaga para uma pessoa local, de nascimento e vida. Hoje depois de 2 anos de Espanha, tenho isso claro, pois escutei de diversas pessoas. Já ouvi muitas histórias e conheci muitos estrangeiros por aqui, a maioria conta o mesmo.

Fato é, meu currículum aqui não era valorado e, algumas vezes não foi considerado, pois minha experiência não é local, não é possível pedir referencias ao meu antigo empregador ou a seguridade social (que seria o nosso INSS). Aqui, como não temos uma carteira de trabalho, para comprovar que trabalhamos nas empresas que informamos no currículum, pedimos para a seguridade social um relatório que indica todos os pagamentos da contribuição social e porque empresa foi feito. Como eu não tinha, não conseguia comprovar.

Para começar a me movimentar por aqui e ganhar algum dinheiro, fui trabalhar como extra num hotel 5 estrelas. Ali me consideravam velha, pois só contratavam fixo as mulheres com menos de 30 anos, as outras eram chamadas para momentos específicos de alta, na época do verão. Ali fiquei 4 meses. Sai porque ganhava muito pouco e sobria muito de dores no corpo. O trabalho de camareira, embora parece ser simples, não é. A exigência é alta por qualidade e velocidade. Eu não conseguia. A falta de experiência e a minha coluna toda destruída não me permitiam fazer com agilidade, só cumpria o requisito da qualidade, mas o outro era fundamental. Sabia que ao final do verão não ficaria e sai, fui trabalhar no bar que montamos por indicação. Este foi o pior período de minha vida aqui na Espanha. Trabalhávamos todos os dias de 07:30h até no mínimo 22 horas. Não descansávamos, não passeávamos e ganhávamos muito pouco dinheiro. Não compensava a quantidade de trabalho e estresse para tão pouco dinheiro. Fechamos o bar e comecei a trabalhar na empresa que já estou há 8 meses.

Esta empresa tinha me chamado para uma entrevista na semana que assinamos o contrato do bar, por isso recusei a oferta naquele momento. Agora, depois de fechar o bar, ela me chamava novamente e queria que começasse de imediato. Ali fui. Hoje vendo sistemas de alarme para o pequeno comércio, casas e apartamentos, a maiores de um\ tele assistência. O modelo de venda é feito exatamente como na foto acima. Chamando casa a casa, negócio a negócio, apartamento por apartamento. Para se dar bem nesse tipo de venda as exigências são muito elevadas:

  • resistência a pressão;
  • resistência aos nãos e frustrações;
  • a pessoa não pode ter vergonha e nem se dar desculpas por não fazer as tantas mil portas ao dia, afinal são estas tantas portas é que farão com que um número muito pequeno de pessoas ter escutem por completo e, um número ainda menor, de pessoas que te deixem falar de preço.

Nesse trabalho não há tempo ruim, seu animo, sua determinação, sua capacidade de argumentação e a resistência sempre devem estar no mais alto nível. Você tem que ser capaz de se auto motivar a cada segundo. O que não é fácil, confesso que alguns dias me venho a baixo, principalmente quando lembro o trabalho confortável que fazia. Mesmo com as largas noites que passei em gráfica, minha vida anterior sempre foi muito mais fácil que a de agora. Como sempre, gosto de pensar muito na vida, questionar, analisar. E rapidamente percebi que não tenho outra opção, ou encaro, ou encaro. Esta é a minha única opção de vida, o dinheiro não nasce em  árvores, como dizia minha mãe.

Quando estive no bar, acabei ficando com uma depressão muito forte e precisei tomar remédio. pois é, conversando com meu médico de cabeceira aqui na Espanha, chegamos a conclusão que não deveria ter parado, preciso desta medicina. Por alguma questão meu organismo não está se relacionando bem com tanta mudança, tanta exigência, tanta dificuldade, tudo inerente a uma vida nova, num País novo. E, foi assim que voltei a tomar a pastilha da depressão. Voltei hoje. Sei que os próximos 15 dias serão complicadinhos, a adaptação do corpo a este remédio é difícil. Mas vou superar, sou guerreira e vitoriosa. Já venci muitas e esta vencerei também!!!

Se quiser conte aqui, nos comentários suas experiências profissionais fora do Brasil. Quem quiser pode contar suas histórias de superação da depressão. Vou adorar conhecer algo de cada um de vocês.

Um grande beijo.

 

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Minimalismo

Beda #16 + Reto de los 100 días #16

pedras equilibrio

Não sei se já contei aqui, antes de vir pra Espanha, quando ainda estava no Brasil eu já me interessava pelo minimalismo. Eu vinculava o minimalismo a organização, ou a facilidade de manter as coisas organizadas e controladas. Me preocupava o comprar, comprar e comprar. Buscava a compra consciente, mesmo que muitas vezes não fazia.

Nunca fui de comprar roupas, comprava somente quando precisava, porém sempre comprava livros, mais do que era capaz de ler. Raramente comprava objetos de decoração, somente quando fiz a obra no apartamento e ai coloquei o que precisava, mas sempre tinha os armários da cozinha e a geladeira cheios, com mais comida do que comeríamos, acho que em alguma encarnação passei fome. Nunca comprava maquiagem, mas de 2 em 2 anos trocava de carro. Se converso sobre isso com um psicólogo, tenho claro que em poucos minutos ele traçaria meu perfil psicológico, jajaja.

Aqui na Espanha, sempre me preocupei em montar o apartamento e construir uma vida que fosse fácil de administrar. Poucos móveis, que infelizmente não foram os que eu queria (Ikea), porque a loja fica em La Coruña e naquele momento não podíamos ir ali, com isso, acabamos comprando aqui numa loja, que era pra ser baratinha, mas com uma qualidade razoável… Por fim, resulta que essa foi a melhor opção, pois nenhum móvel seria resistente aos caninos dentes do Rufus filhote e, melhor ter este sofá feio comido pelo Rufonildo, do que o que eu tanto queria da Ikea.

Hoje, com as mil mudanças diárias que passo com a adaptação em outro País, vi que o minimalismo também mudou para mim. Sinto falta de referências pessoais, sinto falta de memórias, sinto falta de amigos. Por isso defini um cômodo da casa, o quarto que faço de escritório e quarto de visita, para ter mais coisas. Ali tenho quadros na parede, mais livros que a estante pode permitir e algumas fotos expostas. Não há caos, porque o caos me deixa louca, má há mais informações acumuladas que em todo o resto do apartamento e, quando estou assim, mais saudosa, sento ali na poltrona e olho a vista. Respiro o ar deste quarto e me sinto em casa, uma casa qualquer, que seja a minha casa confortável e acolhedora. Outras noites preciso me refugiar e durmo ali, para recarregar energias.

O apartamento que vivo não é bonito, é velho e feio. Não está limpo, normalmente quem limpa são os homens da casa e fazem daquele jeito, que normalmente me estressa. E foi assim que descobri, o minimalismo, muito mais do que comprar ou ter menos é buscar o equilibrio. Compreender que ponto do menos é mais para você, e saber que esse ponto pode variar conforme a situação de vida que você tenha no momento. Por isso, relaxe, entenda seu momento, saiba quem é você e acima de qualquer rótulo, se valorize e se respeite.

E pra você, como surgiu o minimalismo? Como você encara o minimalismo?

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EU, Viver no Exterior

BEDA #15 + Reto de los 100 días #15

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Olha, não quero fazer um post daqueles tristes, que todos fugimos. Hoje com as mídias sociais, só queremos ver coisas bonitas para invejar a vida do vizinho, afinal, a grama do vizinho é sempre mais verdinha, né?

Para a alegria dos invejosos de plantão, tenho uns que me seguem nas redes sociais, que (rindo aqui) vão ficar felizes com o relato que vou fazer agora.

Não, minha grama não tá verdinha. Pode ser que para outra pessoa esteja, mas para mim, para minhas expectativas de vida, não está!!! Em muitos momentos penso muito se fiz besteira em vir pra Espanha, acho que não, pois todos os amigos que ficaram no Rio de Janeiro dizem que ali está absurdo de ruim. Mas a verdade é que aqui a coisa não está nada boa, volto a dizer, para as minhas expectativas.

Quando me mudei, tinha ilusão de uma vida diferente em muitos aspectos. Esperava mais facilidades, afinal já vim com documentação e com lugar para morar, mas que nada, tá sendo difícil pra caramba. É muito difícil fazer amigos, muito difícil conseguir trabalho de qualidade pra mim e mais difícil ainda, conseguir trabalho para o Enrique, que já está há 2 anos parado.

Em alguns pontos, aqui estou muito melhor que no Brasil, um deles demorei uns 6 meses para perceber. No Brasil já estava tão acostumada com a falta de segurança que não vi que estava com um comportamento beirando a neurose, tudo por hábitos que fui adquirindo para me sentir mais protegida. Ali já não usava relógio e nenhuma outra jóia, nem que fosse de pouco valor. Também não falava ao celular na rua, se um cliente me ligasse, eu sentiria pela vibração e entraria em alguma loja para atender, jamais na rua.  Aqui, tudo mudou, posso andar na rua as 3 ou 4 da madrugada, com celular na mão, relógio, anel que nada me acontece. Sei que se estivesse em Madrid ou Barcelona não poderia fazer, mas tampouco faria se estivesse numa Cidade de interior no Brasil. Ou seja, sim, vivo num lugar muito tranquilo. Como disse, demorei 6 meses para perceber, para cair a ficha e, pouco a pouco, desacelerar.

Saúde e educação, são outros dois pontos a considerar, e que são muito melhores quando comparados com os do Brasil.  Do meu ponto de vista a saúde pública daqui é similar a privada do Brasil, e a educação pública, é superior a de muitos colégios privados no Brasil. Eu acredito que nossa analise de bom ou ruim é sempre com base em experiências anteriores. os espanhóis reclamam porque a qualidade tanto da saúde como do ensino já foi melhor do que é hoje, mas para mim, que posso comparar com o que tinha no Brasil, digo que aqui estamos muito melhor.  Os dois serviços são públicos e funcionam de igual a superior que os particulares, o que me dá muita tranquilidade, sei que meu filho sempre estará bem assistido aqui.

Só que a vida não é só isso, e aqui muitos dias me sinto triste, muito triste. Não sou apaixonada pelo meu trabalho daqui e sinto falta da rotina de trabalho flexível que tinha. Sinto falta do trabalho criativo que fazia com muitos dos meus clientes. Sinto falta  do meu escritório em casa, do armário cheio de amostras, do café que tomava quando estava falando com alguma pessoa, do cigarro que fumava na varanda quando parava para ver as árvores do condomínio. Sinto falta do trabalho bem feito e bem remunerado.

sinto falta

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BEDA #14 + Reto de los 100 días #14

como ser maeHoje quero compartir com vocês um assunto que nem todos vão entender, imagino. Vamos falar sobre a maternidade. Portanto, leitor amigo, se você é homem, tenha certo que ser pai é diferente de ser mãe. E segundo, pode ser neurose minha, mas ser mãe não é apenas parir, dar comida e todas estas coisinhas. Essa pra mim é a parte trabalhosa, porém fácil. O complicado, do meu ponto de vista, é que ser mãe envolve sentimentos de frustração por não saber como proteger e garantir 100% o futuro do meu filho.

Ao mesmo tempo que me preocupo tanto com o futuro dele, em outros pontos dou liberdade. Deixo ele sair (de dia) para ir sozinho ao colégio, ao campo de futebol, no mercadinho e em alguns outros lugares que possa ir a pé. Além disso permito que veja filmes polêmicos, como foi o caso de uma série do Netflix, em que uma menina se suicidava e contava o motivo pelo qual tinha chegado a esse ponto. Vimos esta série juntos em família, debatendo as questões que apareciam e algumas vezes inclusive sinalizando com exemplos de nossas vidas, afinal eu e o pai, já fomos jovens e passamos por muitas. Compreendo que algumas pessoas podem dizer que estamos antecipando fases, permitindo que meu filho veja e saiba de coisas duras da vida. Sim, pode ser, mas sempre preferi conhecer e dar a conhecer com o apoio familiar.

Eu não tive esse apoio familiar e aprendi na rua, na vida. Nem tudo foi gracioso, nem tudo aprendi em seu momento, algumas coisas aprendi muito cedo e outras muito tarde e, ao aprender na rua, com pessoas que se diziam amigos… também passei por situações de bulling. Em casa ele aprende, argumenta, escuta opiniões (eu e o pai nem sempre concordamos, muitas vezes temos ideias diferentes) e ele próprio chega a conclusões para a vida, com base em uma relação de confiança e amor.

Outro dia preocupada com o futuro do meu filho, me fechei no quarto e chorei muito. Ele me pegou nesse momento e não me deixou em paz até saber o motivo de tanto choro. Não gosto de mentir, nem de esconder coisas dele e contei:

– Filho, eu cometi um erro grave e por isso perdi uma coisa muito importante para o seu futuro, que te ajudaria e que poderia ser uma base para você.

Ele nesse momento me abraçou e disse:

– Mãe, quantas vezes eu errei? – tentei interromper para explicar que meu erro não era como os erros de uma criança, mas ele não permitiu, disse que era sua vez de falar, e seguiu: – Mãe, eu ja errei muitas vezes e todas as vezes que falhei no futebol ou numa prova o que você sempre me falou é que com os erros aprendemos. Então? Você aprendeu com seu erro?

Chorando respondi com a cabeça que sim e completei. – Filho, meu erro é erro grave e de adulto, pois vai impactar no nosso futuro e numa coisa que eu queria deixar para você, mas não poderei. Eu calculei mal e fiz um investimento errado e perdi um dinheiro que serviria para o seu futuro, para a sua faculdade, para a sua vida.

Nessa hora ele me olhou serio, pensou e falou. – Você tá assim por dinheiro? Mas eu não te pedi dinheiro, eu quero meu pai e minha mãe. Dinheiro eu terei o meu.

E me abraçou e pediu para não chorar e esquecer, que já era passado.

Parei de chorar naquele momento, mas a verdade é que ainda me martirizo pelo que aconteceu e sigo sofrendo pelo futuro dele. Agora, nesse exato momento ele chega de um partido de futebol e me conta as conquistas e perdas e junto com elas as dores físicas. Comemoro com ele, mas no fundo do meu coração já percebo, a angústia que aperta o peito e me corta a respiração e com isso, volto a sofrer pelo futuro dele, sem saber se ele vai conseguir conquistar os seus sonhos….

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BEDA #13 + Reto de los 100 días #13

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Diossss, hoy día 24 aun sigo con días de retraso en mi BEDA. Les confeso, este mes está muy apretado en tiempo, llego tarde a casa del trabajo y con tantas dolores al cuerpo que lo que hago es picar algo de comida, algo muy sencillo e tumbarme a cama para ganar una masaje de mi hijo amado.

A mayores de mucho trabajo, lo poco tiempo que consigo, tengo ocupado con meditación y Ho´oponopono, ya los expliqué en otro post como vá esta técnica, mira aquí. Confeso que me encanta hacerla, salgo con la energia renovada e la cabeza más tranquila por focar en uno solo pensamiento, el que decido limpiar. Tengo una amiga, en Brasil, que hace 5 meses empezó y todos los días por la mañana dedica unos 20 a 30 minutos para sentarse y meditar orar. Ella me comentó que ya noto un cambio brutal, esta mas tranquila, paciente y las cosas le van mejor, poco a poco vá sacando adelante su vida. Si, esto és posible, y mucho más, pues con esta técnica cambiamos nuestra energia y cortamos los vínculos energéticos negativos. Afinal, todo es energia, si, digo todo, absolutamente todo. Puede ser que tu no crea en esto, pero yo, como muchas otras personas, si creemos en esto.

 

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EU, Viver no Exterior

BEDA #12 + Reto de los 100 días #12

a2e619faa9d2f4a4a8adec45f802859fNo Brasil deixei de fumar, depois voltei, tornei a deixar e assim levava a vida. Um dia de cerveja fumava, depois ficava dias sem um cigarro e sempre tranquila. Quando estava para me mudar para a Espanha, nervosa com tudo o que tinha por fazer, fumava 1 carteira ao dia e me prometi que não fumaria aqui na Espanha. Oh, que bobinha fui.

Ao chegar na Espanha me deparei com um País que fuma muito mais que no Brasil. Bom, na verdade não sei se todo o País, Galícia que é onde vivo e Santiago de Compostela… sim, as pessoas fumam muito, os cigarros são caros e muito mais fortes que no Brasil.. Aqui voltei a fumar, e agora que estou há 10 dias sem cigarro…. sinto a ansiedade e a falta do cigarro como nunca senti nas outras vezes que o deixei. Não sei dizer se isso passa por ser um cigarro mais forte do que eu fumava no Brasil (lá fumava Free e aqui fumo LM, não existe o Free por aqui e não encontrei nenhum similar) ou se é pelo nervoso que vivo com tantas coisas por resolver e probleminhas que tenho na vida.

Seja como seja… estou determinada a vencer este vício.

E você, que vício quer vencer? Te convido a nos juntarmos para passarmos as barreiras iniciais da quebra do vício. Que te parece?

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